A desconstrução da culpa materna

Tempo de Leitura: 2 minutos

“Se você é recém-mãe, provavelmente já sentiu que, por mais que se doe, sempre parece estar ‘devendo’ algo. No puerpério, a culpa muitas vezes surge como uma sombra que escurece a relação com o bebê e com a própria identidade.

Mas, sob um olhar clínico e especializado em desenvolvimento emocional, precisamos dar o nome correto a esse sentimento: a culpa materna não é um instinto biológico. Ela é um fenômeno construído, atravessado por expectativas sociais irreais que ignoram a complexidade do que chamamos de ‘tornar-se mãe’.

Como especialista em psicologia perinatal, acompanho mulheres exaustas tentando atingir um padrão de ‘perfeição’ que a própria saúde mental humana desmente.

O que o seu bebê precisa para um desenvolvimento emocional saudável não é de uma mãe infalível, mas de uma mãe real e disponível. No entanto, o excesso de autocobrança mantém o seu sistema nervoso em um estado de alerta constante — um modo de sobrevivência que, ironicamente, prejudica o seu bem-estar e a sua capacidade de conexão genuína.

Entender que essa culpa é uma estrutura externa, e não uma falha do seu amor, é o primeiro passo para resgatar a sua autonomia.

Você não precisa carregar o peso de um ideal inexistente para ser a mãe que o seu filho precisa. O meu trabalho é ajudar você a silenciar esse ruído externo e reencontrar o prazer e a presença na sua própria maternidade.”

Entre em contato através do Whatsapp 11 9 7299 6474, para agendarmos a sua primeira sessão – Atendo puérpera que moram no Brasil e exterior.

Abraços, Psicóloga Fabiana Silva – CRP06/133045

Compartilhe

Facebook
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email