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É comum ouvirmos que o nascimento de um filho é o momento mais pleno da vida de uma mulher.

Mas, entre as paredes do consultório e o silêncio do pós-parto, o que escuto com frequência é uma realidade bem diferente: o luto pela identidade que ficou para trás, uma exaustão que o sono não cura e uma culpa silenciosa por não estar se sentindo “tão feliz” quanto a sociedade espera.

Se você sente que se perdeu de si mesma nesse processo, saiba que isso não faz de você uma mãe menos capaz; faz de você uma mulher em uma transformação profunda que exige sustentação.

A Transformação Saudável que Ninguém Te Conta

Do ponto de vista do desenvolvimento emocional, o pós-parto exige da mulher um estado de sensibilidade extrema.

Essa mudança não é um defeito e nem uma patologia: é uma resposta saudável da psique feminina para conseguir se conectar e compreender as necessidades de um bebê que ainda não fala.

Para que essa dedicação inicial aconteça sem que a mulher se anule ou adoeça, ela precisa fazer parte de um ecossistema de suporte.

O desenvolvimento emocional saudável nos mostra que ninguém materna sozinha. Assim como o bebê precisa do colo da mãe para sobreviver e se desenvolver, a mãe precisa de um “colo social”, um ambiente que a sustente, proteja e valide suas dores.

Quando esse amparo falha, o cansaço físico esperado transforma-se em sofrimento psíquico.

O limite entre a exaustão física e o sofrimento

Muitas mulheres demoram meses para buscar ajuda porque acreditam que o que estão sentindo “faz parte do pacote”. No entanto, é fundamental diferenciar o cansaço de uma rotina intensa do esgotamento emocional que paralisa a vida.

Aqui estão os principais sinais de que a transição materna está pesando mais do que deveria:

  • Apatia prolongada: Uma sensação de vazio ou tristeza persistente, onde a mãe não consegue experimentar momentos de alegria ou satisfação com o filho ou consigo mesma.
  • Hipervigilância constante: O medo paralisante de que algo ruim aconteça a qualquer momento, o que impede a mulher de dormir mesmo quando o bebê está seguro e sob os cuidados de outra pessoa.
  • Sentimento crônico de inadequação: A presença constante de uma voz interna que diz que ela está falhando, gerando uma culpa esmagadora por sentimentos ambivalentes que são naturais do processo.
  • Desconexão de si mesma: A sensação persistente de ter sido apagada pela chegada do filho, sem conseguir reintegrar seus antigos desejos, gostos e projetos à sua nova realidade.

O meu papel como psicóloga perinatal e parental é te ajudar a resgatar a sua saúde emocional…

Diferente do que muitos pensam, a psicoterapia voltada para a parentalidade (a formação da nova família) e o pós-parto não serve apenas para “tratar sintomas” ou remediar diagnósticos.

Ela atua na via da prevenção e do fortalecimento da saúde.

O espaço terapêutico funciona como esse ambiente de cuidado que faltou do lado de fora, no seu dia a dia, na vida.

É na psicoterapia que você vai encontrar a segurança necessária para olhar para suas fragilidades sem o medo do julgamento, permitindo que ela integre sua antiga identidade com a nova versão que acaba de nascer.

Cuidar sua da mente no pós-parto é, antes de tudo, proteger o vínculo mais precioso da sua vida: a sua relação com o seu filho.

Se você sente que o limite do cansaço foi ultrapassado e quer redescobrir o prazer na sua jornada da sua maternidade, entre em contato através do meu WhatsApp 11 9 7299 6474 para agendarmos a sua sessão de acolhimento. Um encontro para nos conhecermos, para você ser ouvida e iniciarmos o seu processo terapêutico, o seu processo de reconstrução em um espaço seguro de cuidado para você.

Eu sou a Psicóloga Fabiana Silva || CRP06/133045 || Especialista no atendimento de gestantes e mulheres no pós parto || Especializada em Saúde Mental e Desenvolvimento Emocional – PUCPR – Formada desde 2008, atendo há mais de 12 anos.

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